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MEIO ONDE A ESCOLA SE INSERE

 

A nossa Escola deve ser entendida como uma unidade orgânica com os mesmos órgãos de administração e gestão, constituída por várias unidades físicas dispersas geograficamente. Das 4 unidades que a constituem, 2 localizam-se na freguesia de Moncarapacho (a Escola Dr. João Lúcio – sede do Agrupamento – e a Escola Básica do 1.º Ciclo de Bias) e 2 na freguesia da Fuseta (Escola Básica do 1.º Ciclo da Fuseta e Jardim de Infância da Fuseta).

 

 

BREVE CARACTERIZAÇÃO DAS FREGUESIAS

Moncarapacho (8 Km a NE da cidade de Olhão) – A vila de Moncarapacho é sede da freguesia do mesmo nome desde 19 de Junho de 1471, quando foi desanexada da de S. Tiago de Tavira, pelo bispo D. João de Melo, passando a fazer parte do Concelho de Olhão. É a maior freguesia de Olhão, desde 1838. Situa-se a sul de Portugal Continental, no Algarve, e faz fronteira a norte e este com os concelhos de S. Brás de Alportel e Tavira, a oeste com o concelho de Faro, a sul com a Ria Formosa, contactando com todas as outras freguesias de Olhão (Olhão, Quelfes, Fuseta e Pechão), principalmente a sul e a oeste.

Na freguesia existem os seguintes sítios: Vizinhanças, Cabeça, Poço das Figueiras, Pereirinhas, Maragota, Murteira, Areias, Gião, Murtais, Belo Romão, Bias do Norte, Bias do Sul (onde se localiza a Escola Dr. João Lúcio), Quatrim Norte, Quatrim Sul, Fornalha, Laranjeiro, Pés do Cerro, Barranco de S. Miguel, Jordana, Pereiro, Foupana e Estiramanténs.

Na área da freguesia fica o cerro de São Miguel ou Monte Figo, que tem o seu ponto mais alto a 449 m de altitude. Do cimo pode desfrutar-se de uma excelente vista panorâmica que abrange toda a Ria Formosa desde o Ludo até Tavira. Nas faldas do cerro de São Miguel há grutas dignas de atenção. A Este do cerro de São Miguel há outra colina, o cerro da Cabeça, com 250 m de altitude, que também constitui um excelente miradouro para contemplar as paisagens do Algarve. As áreas restantes dividem-se pelo barrocal algarvio, que se caracteriza pela existência de árvores de sequeiro (amendoeiras, alfarrobeiras, oliveiras e figueiras) e também por arbustos aromáticos e algumas vinhas (teve fama o vinho produzido com uvas da zona da Atalaia, próximo da Fuseta), e pela planície litoral, com terrenos excelentes para pomares devido às boas possibilidades de rega. Os cursos de água mais importantes são: a Ribeira do Tronco, que passa junto à sede da freguesia, o Ribeiro das Ondas, a Ribeira da Fornalha, a Ribeira da Barria e a Ribeira do Argel. As rochas mais importantes são os calcários, os arenitos e argilas, materiais recentes e moles que permitem as condições necessárias ao desenvolvimento da agricultura. Tem indústria de cerâmica, sendo muito apreciada a sua louça de barro vermelho. O povoamento da sua área é muito antigo como documentam os achados arqueológicos existentes no seu Museu Paroquial, entre os quais podem ver-se instrumentos neolíticos e uma pia árabe de singular valor arqueológico e histórico. A Igreja Matriz, do século XVI, dotada do mais belo pórtico renascentista do Algarve e a Capela do Santo Cristo, do século XVII, são monumentos sacros que merecem a nossa visita.

A história mais recente de Moncarapacho é marcada pela grande participação da população no movimento da instauração da República (1910) e também pela participação na 1.ª Grande Guerra Mundial e na Guerra Civil Espanhola, o que levou à necessidade de criar novos nomes de ruas que lembrassem esses factos.

De entre as tradições da vila destacam-se as festas religiosas que se associam a costumes populares: por exemplo, na Páscoa, as pessoas deslocam-se ao cerro da Cabeça para comer o tradicional folar; também o Carnaval, festa popular muito antiga, é comemorada todos os anos.

Fuseta (10 Km ENE da cidade de Olhão) - Freguesia do concelho de Olhão. Nos princípios do século XVIII há referências a esta localidade como o lugar onde moravam pescadores e sítio da praia de Moncarapacho, onde existia uma capela de Nossa Senhora do Carmo edificada pelos próprios. De facto a Fuseta tem vivido sobretudo da pesca e foi da pesca que nasceu, tendo por berço, muito provavelmente, algumas barracas de junco fixadas pelos pescadores durante o Verão e posteriormente substituídas por casas de adobe rebrilhantes de cal. É um facto que perto da Fuseta, junto à costa, encontram-se as ruínas de Alfanxia, Aires, Bias e Cumeada, pequenos povoados que parecem recuar ao reinado de D. João II. O primeiro sinal de vida comunitária que se conhece data de 1784, quando é feito o pedido de independência paroquial, petição que só veio a ser atendida em 1835.

Primeiro arraial de atuneiros, feito de humildes casebres de junco, a aldeia (hoje vila) foi-se enraizando junto à ribeira do Tronco, que nasce a cerca de 15 Km no lugar do Azinheiro no cerro de São Miguel. Vieram as construções de adobe, ficaram as paredes rebrilhantes de cal. Lá estavam as açoteias e as platibandas construídas por via daquela estranha tradição dos marítimos: «Se o meu vizinho constrói, eu também construo e há-de ser em maior e mais enfeitado». Tradição que acabaria por desfigurar a Branca Noiva do Mar quando chegou a moda dos azulejos industrializados para revestimento das paredes. Por isso hoje se diz que as casas da Fuseta só vistas bem de longe é que nos fazem recordar o branco de outros tempos e reconhecer a sua traça algarvia. O adro e a torre da Igreja continuam a ser miradouro privilegiado sobre o casario e a Ria Formosa.

Não tem sido fácil a vida dos pescadores da Fuseta. No tempo do atum, a faina era tão violenta que lhe chamavam a tourada do mar. Quando a pesca do bacalhau foi apresentada como imperativo nacional, foram eles quem partiu para os mares gelados da Terra Nova, em condições mais do que precárias. Meses e meses duravam as campanhas. A festa da Nossa Senhora do Carmo, cujo dia litúrgico é 15 de Julho, assinalou durante décadas o retorno dos bacalhoeiros. A substituir o bacalhau passaram os pescadores a procurar a pescada nas águas da Mauritânia e de Marrocos. Hoje, a actividade pesqueira resume-se, praticamente, à pesca do polvo e do choco e apanha de bivalves, conquilha, ameijoa, berbigão e ostras, consequência da não celebração de acordos de pesca com Marrocos.

Pela sua localização, abrigada dentro da Ria Formosa, a vila da Fuseta apresenta óptimas condições para o florescimento da actividade turística. Tem em frente a Ilha da Armona, com praias a perder de vista do lado do oceano, uma zona ribeirinha bem tratada, com jardins e zonas pedonais, e um parque de campismo ocupado durante todo o ano. Nos dois últimos anos verificou-se um aumento significativo do número de veraneantes que a procuraram, o que contribuiu para a expansão do comércio e investimento na oferta de alojamento.

 

Actualizado em ( 28-Nov-2007 )
 
 
 
 
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